Muito Orgulho desse mergulho!
O curta metragem Água Viva, do ituiutabano Raul Maciel foi premiado pela oficina de roteiros do VIII Projeto Sal Grosso, organizado pelo 13°FBCU, e mostra um universo surrealista em que seus personagens vão ganhando profundidade em um processo delicado e criativo.
Usando câmeras estáticas consegue levar o espectador a um novo universo onde a verdade se faz naturalmente feito poesia. O filme tem um final surpresa que choca os mais céticos e alimenta a alma dos mais imaginários.
Assistir pela 2º vês é melhor ainda.
Roteiro e Direção de Raul Maciel.
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O primeiro dia a gente nunca esquece. É assim que o curta “O Grande Dia” começa, literalmente pelo começo. Um universitário se encontra no lugar mais desejado do século 21, a UNIVERSIDADE. Belas garotas, boas festas, o berço dos sonhos e planos construindo o início do fim... (?) Qualquer semelhança com a sua vida, é coincidência pura (ou não).
Esse filme pertence a uma nova leva do cinema brasileiro vindo da PUC Rio, cujo estilo provavelmente irá dar as caras daqui a poucos anos nos cinemas do Brasil e do mundo.
Feito por alunos universitários, esse curta mostra um pouco da qualidade técnica e narrativa que o futuro reserva ao cinema e à TV do nosso Pais.
Produção e direção: Antonia Fontes Salles
Duração: 7 min
Elenco: Tatsu Carvalho,André Nachbin, Débora Fontes e Erick Bang
Por: Paulo de tarso
Já que no fanzine temos aqueles microcontos, que tal conhecer a versão micro do cinema? (microcinema?)
Esse é o curta metragem “Solidão”, feito por Ciro MacCord, no melhor estilo‘faça você mesmo’, com um único ator, um único câmera e um único sentimento que a solidão enlouquece, curta metragem fantástico, direto e sem perdão.
É o monólogo de um estranho e solitário personagem, discursando sobre suas inquestionáveis reações sobre viver e morrer, levando-nos a uma reflexão sobre o que é real e o que não é. Poesia e loucura se misturam nesse vídeo (qual a diferença entre as duas?)
O filme só tem 6 minutos de duração, dá quase (eu disse quase) pra você ver enquanto o Nissin Miojo está no fogo!
Por - Paulo de Tarso



